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A Argentina é acionista da CAF desde dezembro de 2001 e representa 6,9% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Com a entrada em vigência do Protocolo Modificatório do Convênio Constitutivo da CAF, ocorrida em 9 de julho de 2008, iniciou-se uma nova etapa de crescimento para a Instituição ao permitir-se a adesão de novos países da América Latina e Caribe em condição de membros plenos.
Dentro do âmbito desta modificação do Convênio Constitutivo, foi formalizada, em dezembro de 2007, a subscrição da por parte da Argentina de ações de capital ordinário da CAF no total de USD 543 milhões, as quais, somadas à sua participação anterior de USD 100 milhões, elevarão o capital subscrito da Argentina a USD 643 milhões. Além disso, foi acordado que o país fará um aporte de USD 126 milhões ao patrimônio líquido da Instituição.
Em 2009, a CAF aprovou operações a favor da Argentina de USD 649 milhões, das quais 82% (USD 532 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 18% (USD 117 milhões) a operações de risco privado.
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A Bolívia é acionista fundadora da CAF e representa 6,1% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou operações a favor da Bolívia de USD 511 milhões, das quais 89% (USD 455 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 11% (USD 56 milhões) a operações de risco privado.
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A República Federativa do Brasil é acionista da CAF desde novembro de 2005 e representa 6,3% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Com a entrada em vigência do Protocolo Modificatório do Convênio Constitutivo da CAF, ocorrida em 9 de julho de 2008, iniciou-se uma nova etapa de crescimento para a Instituição ao permitir-se a adesão de novos países da América Latina e Caribe em condição de membros plenos.
Dentro do âmbito desta modificação do Convênio Constitutivo, foi formalizada a subscrição do Brasil ao convênio que o converte em membro pleno da CAF.
Em 2009, a CAF aprovou USD 907 milhões a favor do Brasil, que corresponderam em sua totalidade a operações de risco privado.
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O Chile representa 0,9% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, o Chile assinou com a CAF um importante convênio que facilitará o futuro desenvolvimento de atividades da Instituição no país.
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A Colômbia é acionista fundadora da CAF e representa 21,7% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou operações a favor da Colômbia no valor de USD 2.050 milhões, das quais 52,2% (USD 1.070 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 47,8% (USD 980 milhões) a operações de risco privado.
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A Costa Rica é acionista da Série “C” da CAF desde agosto de 2002 e representa 0,5% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou USD 11 milhões a favor da Costa Rica para ajudar os setores financeiro e produtivo. Especificamente, a CAF continuou apoiando o setor de MPME ao outorgar USD 10 milhões para uma linha de crédito ao Banco Improsa, USD 1 milhão ao Financiera DESIFYN, assim como um investimento de capital no Fideicomiso CIS que visa promover a atividade empreendedora no país.
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O Equador é acionista fundador da CAF e representa 6,2% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou operações a favor do Equador no valor de USD 873 milhões, das quais 76,6% (USD 669 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 23,4% (USD 204 milhões) a operações de risco privado.
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A Espanha é acionista da Série “C” da CAF desde 2002 e representa 2,5% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprofundou sua agenda de atividades na Europa ao incluir ações institucionais, financeiras, de interação com os meios de comunicação e com as associações de produção nacionais e subnacionais. Estas ações se estenderam por outros países da União Européia de grande interesse por suas relações com a América Latina.
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A Jamaica é acionista da Série “C” da CAF desde 1999 e representa 0,03% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
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O México é acionista da Série “C” da CAF desde 1990 e representa 0,8% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou USD 65 milhões a favor do México. Deste total, USD 50 milhões foram destinados a uma garantia parcial de crédito para a securitização de renda do Instituto de la Función Registral, que faz parte do Governo do Estado do México. O objetivo foi apoiar uma emissão de títulos garantidos da CAF, para que obtivesse o grau de investimento.
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O Panamá é acionista da CAF desde dezembro de 1997 e representa 1,2% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Com a entrada em vigência do Protocolo Modificatório do Convênio Constitutivo da CAF, ocorrida em 9 de julho de 2008, iniciou-se uma nova etapa de crescimento para a Instituição ao permitir-se a adesão de novos países da América Latina e Caribe em condição de membros plenos.
Dentro do âmbito desta modificação do Convênio Constitutivo, foi formalizada, em outubro de 2008, a subscrição por parte do Panamá de um aporte de capital no valor total de USD 169,9 milhões. Este valor, somado à sua participação anterior de USD 20 milhões, acrescido os dividendos auferidos, elevará os compromissos patrimoniais do Panamá a USD 197,7 milhões.
Em 2009, a ação da CAF no Panamá foi principalmente direcionada a fortalecer os sistemas financeiros e contribuir com as estratégias de mitigação de riscos derivados da crise internacional.
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O Paraguai é acionista da CAF desde fevereiro de 1997 e representa 0,5% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Com a entrada em vigência do Protocolo Modificatório do Convênio Constitutivo da CAF, ocorrida em 9 de julho de 2008, iniciou-se uma nova etapa de crescimento para a Instituição ao permitir-se a adesão de novos países da América Latina e Caribe em condição de membros plenos.
Dentro do âmbito desta modificação do Convênio Constitutivo, foi formalizada, em dezembro de 2007, a subscrição por parte da República do Paraguai de compromissos patrimoniais da CAF no total de USD 189 milhões, os quais, somadas à sua participação anterior de USD 10 milhões, elevarão o aporte de capital subscrito do Paraguai a USD 199 milhões. Em 2009, a CAF aprovou operações a favor do Paraguai de USD 107 milhões, das quais 79,4% (USD 85 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 20,6% (USD 22 milhões) a operações de risco privado.
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O Peru é acionista fundador da CAF e representa 21,6% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou operações a favor do Peru de USD 2.287 milhões, das quais 56,8% (USD 1.300 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 43,2% (USD 987 milhões) a operações de risco privado.
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Em 30 de novembro de 2009, Portugal se converteu em acionista da Série “C” da CAF, após assinar o acordo para subscrever EUR 15 milhões ao capital ordinário da Corporación e EUR 60 milhões à garantia de capital. A assinatura do acordo foi realizada durante a XIX Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, em Estoril.
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| República Dominicana |
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A República Dominicana é acionista da Série “C” da CAF desde 2004 e representa 0,9% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou USD 129 milhões a favor da República Dominicana. Deste total, 62% foram direcionados à área de desenvolvimento social para realizar o Projeto de Desenvolvimento Humana e Habitacional, que visa reduzir o déficit habitacional do país, com uma iniciativa integral de melhorar a qualidade de vida de 7.800 famílias de baixa renda, o que inclui o desenvolvimento de infra-estrutura social complementar.
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| Trinidad & Tobago |
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Trinidad & Tobago é acionista da Série “C” da CAF desde 1994 e representa 0,1% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
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A República Oriental do Uruguai é acionista da CAF desde dezembro de 2001 e representa 2,1% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Com a entrada em vigência do Protocolo Modificatório do Convênio Constitutivo da CAF, ocorrida em 9 de julho de 2008, iniciou-se uma nova etapa de crescimento para a Instituição ao permitir-se a adesão de novos países da América Latina e Caribe em condição de membros plenos.
Dentro do âmbito desta modificação do Convênio Constitutivo, em outubro de 2009, a República Oriental do Uruguai assinou um Convênio de Subscrição de Ações de Capital Ordinário de USD 54,9 milhões, os quais, somados à sua participação anterior de USD 176,9 milhões, acrescidos dos dividendos auferidos, elevarão o aporte ao capital subscrito a USD 241,2 milhões.
Em 2009, a CAF continuou apoiando o desenvolvimento de infra-estrutura econômica do país ao aprovar USD 100 milhões para o Programa de Investimento Público em Infra-estrutura Rodoviária IV, da Corporação Nacional para o Desenvolvimento (CND), com garantia da República.
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A Venezuela é acionista fundadora da CAF e representa 21,6% do total do capital subscrito e integralizado da CAF, em 31 de dezembro de 2009.
Em 2009, a CAF aprovou operações a favor da Venezuela de USD 627 milhões, das quais 95,7% (USD 600 milhões) corresponderam a operações de risco soberano e 4,3% (USD 27 milhões) a operações de risco privado.
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