Qualificações do CAF são confirmadas com perspectiva estável

Standard & Poor's e Moody's reconfirmaram este mês as qualificações do CAF no nível "AA" com perspectiva estável

28 de julho de 2014

Em 16 de julho, a Standard & Poor's reafirmou a qualificação AA- para a dívida de longo prazo e A-1+ para a dívida de curto prazo com perspectiva estável. Em 11 de julho, a Moody's também havia confirmado que a qualificação do CAF - banco de desenvolvimento da América Latina - tem uma perspectiva estável e ratificou a qualificação Aa3 para a dívida de longo prazo e P-1 para a de curto prazo.

Estas ratificações significam uma confirmação para a melhoria nas condições de financiamento para os projetos de desenvolvimento sustentável e para a integração regional na América Latina.

O relatório da Standard &Poor's destaca a importância do CAF como financiador de projetos de infraestrutura e energia nas principais economias da América Latina. Além disso, mencionou três características fundamentais da organização:

• O tratamento histórico como credor preferencial por parte dos seus países membros, incluindo o pagamento oportuno do serviço de sua dívida com o CAF.
• A expansão para 16 países da América Latina, além da Espanha e de Portugal, a partir de sua base andina.
• O apoio de seus acionistas através de diversos aumentos de capital.

O relatório da Moody's também apresenta os aspectos que foram considerados para ratificar as qualificações. Coincide com a Standard & Poor's na condição histórica do CAF como credor preferencial e destaca:

• O alto nível de disposição de seus países membros para apoiar financeiramente a Instituição.
• A gestão financeira prudente de seus ativos e passivos.
• A disponibilidade de fontes de financiamento altamente diversificadas.
• A melhoria da qualidade creditícia e o aumento da diversificação da carteira de crédito.

No final de 2013, o CAF aprovou mais de USD 12 bilhões para projetos de desenvolvimento na América Latina, o que converte a instituição em "um dos três bancos de desenvolvimento que servem a América Latina de forma equilibrada", segundo Enrique García, presidente executivo da Instituição.

 

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